Os meus Irmãos reconhecem-me como tal
- Meu Irmão, de onde vens? – De uma loja de S. João, Venerável Mestre. – Que se faz lá? – Exalta-se a virtude e combate-se o vício. – Que vens aqui fazer? – ...
Desde tempos imemoriais, a humanidade tem se valido de instrumentos para moldar o mundo à sua volta, e entre os mais fundamentais encontra-se uma ferramenta de impacto, robusta e essencial. Este instrumento, frequentemente feito de madeira pesada ou com uma cabeça macia, era e continua sendo o braço estendido do artesão, capaz de aplicar força concentrada para um propósito específico. Na antiga arte da cantaria, era o companheiro indispensável para desbastar a pedra bruta, remover suas excrescências e dar-lhe forma, preparando-a para se encaixar perfeitamente na estrutura maior. Simboliza a capacidade de transformar o informe, de extrair a beleza e a utilidade do material mais resistente. Sua história está intrinsecamente ligada à construção de civilizações, à edificação de templos e moradas, onde cada golpe preciso contribuía para a solidez e a harmonia do todo. É a representação da energia que quebra o que é imperfeito e da precisão que edifica o que é duradouro, um testemunho silencioso do trabalho incansável na busca pela perfeição material.
Transportando este conceito para o contexto da Loja, o objeto de que falamos transcende a mera ferramenta física para se tornar um poderoso emblema de autoridade e ordem. Ele é o símbolo visível do poder que governa, da força que disciplina e da vontade que dirige os trabalhos. Nas mãos do Venerável Mestre e dos Vigilantes, seus toques ritmados não são meros sons, mas comandos carregados de significado: chamam à atenção, abrem e fecham os trabalhos, anunciam decisões e mantêm a regularidade e o decoro. Cada batida ressoa como um lembrete da necessidade de polir a pedra bruta interior, de remover os vícios e imperfeições do caráter, e de edificar virtudes. É o instrumento que assegura a harmonia e o bom andamento das sessões, garantindo que a luz do conhecimento possa fluir sem interrupções. Representa a firmeza na aplicação dos princípios da Ordem, a equidade na condução dos assuntos e a autoridade moral necessária para guiar os irmãos no caminho da construção do Templo interior e exterior, perpetuando os ensinamentos da arte real.
- Meu Irmão, de onde vens? – De uma loja de S. João, Venerável Mestre. – Que se faz lá? – Exalta-se a virtude e combate-se o vício. – Que vens aqui fazer? – ...
Para o Aprendiz que se entrosou no grupo e que vem fazendo o seu trabalho, com assiduidade e diligência, chega sempre um momento em que um Mestre – por regra...
Apelar às boas práticas de poupança e protecção do ambiente há muito quem faça. Ele é o grupo que trata das espécies ameaçadas, ele é a associação que denunc...
Tem sido designio do actual Veneravel Mestre que se compile o espolio da Loja e que se faça a História da Loja. Ha dois dias fui finalmente ao sitio onde ti...
Estive estes últimos dias completamente fora do A-Partir-Pedra (claro, já sei que bem podia continuar, obrigado !) mas como o tema Maçonaria versus Ambiente ...
Para se trocar um bem por outro, há que calcular quanto vale cada um. Para facilitar o processo de troca, criou-se a moeda. A moeda é a referência do valor d...
Mais um texto aparentemente ligeirinho, que recebi através do correio electrónico. Mas, meus caros, sendo ligeirinho, ligeirinho, vale a pena meditar no que ...
Li no jornal electrónico A Tribuna on line, do litoral Estado de São Paulo, Brasil, que a estrutura da região litoral de São Paulo da Ordem DeMolay, organiz...
O “e = mc2” já está passado, mas foi durante muitos anos a bandeira dos físicos. Constituiu a enorme descoberta de uma relação matemática entre “energia” e “...
Na Antiguidade, a especialização era muito menor. O Mestre Construtor era uma mistura de arquitecto, mestre de obras, engenheiro, paisagista, decorador de in...
O simple elaborou um comentário ao textoMAÇONARIA E AMBIENTE: e=mc2 que merece ser puxado para o corpo principal do blogue, quer pelo seu interesse intrínsec...
A civilização humana actual baseia-se no consumo de energia. Usa-se energia para produzir. Usa-se energia para transportar. Usa-se energia para consumir. A ...