Binyan Habayis
O formato blogue apareceu originariamente como um diário publicado no espaço virtual constituído por todos os computadores do Mundo que se ligam em Rede. Cl...
A fraternal assembleia, em sua mais antiga e literal acepção, remonta às modestas construções ou abrigos temporários que os mestres construtores medievais erguiam nos canteiros de suas obras. Esses locais serviam não apenas como refúgio contra as intempéries, mas também como espaço para planejar o trabalho, guardar as ferramentas e, crucialmente, para que os obreiros se reunissem em confraternização e deliberação. Com a transição da maçonaria operativa para a especulativa, a natureza desse espaço evoluiu de uma estrutura física e utilitária para um conceito mais abstrato, mas igualmente fundamental. Tornou-se o local simbólico onde os homens livres e de bons costumes se encontravam para trabalhar, não mais na pedra bruta material, mas na lapidação de seu próprio caráter. É um recinto consagrado, orientado ritualisticamente nos pontos cardeais, que transcende a mera edificação para se configurar como um campo de trabalho espiritual e intelectual, onde a tradição é preservada e o conhecimento é transmitido de geração em geração, mantendo-se fiel aos preceitos e mistérios ancestrais que dão forma à nossa sublime instituição.
Para além de sua origem histórica e de sua configuração física, esse venerável santuário se manifesta como um microcosmo do universo, um templo de virtudes, uma escola de moral e um laboratório de aperfeiçoamento humano. É dentro de seus limites sagrados que os irmãos se reúnem para praticar os rituais, que são, em essência, dramatizações de verdades morais e filosóficas destinadas a instruir, inspirar e guiar. Aqui, o indivíduo é convidado a despir-se das paixões e preconceitos do mundo profano, a refletir sobre seu papel na sociedade e a buscar a sabedoria através do estudo, da introspecção e da interação fraterna. O trabalho realizado nesse ambiente não se restringe à mera repetição de fórmulas ou à memorização de preceitos, mas se estende à construção de laços fraternos indissolúveis, ao exercício da caridade e à incessante busca pela verdade e pela Luz. É o cadinho onde a pedra bruta é gradualmente polida, transformando-se em um bloco perfeito, apto a integrar o edifício moral da humanidade, irradiando luz e harmonia para o mundo exterior, contribuindo para a grande obra de aperfeiçoamento universal.
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Em Loja, o Aprendiz Maçon não tem direito ao uso da palavra. Esta frase, sendo substancialmente verdadeira, não espelha, porém, correctamente a realidade...
O décimo sexto Venerável Mestre foi Luís R. D.. Foi eleito em Julho de 2005. Como é normal na Loja Mestre Affonso Domingues, exercia o ofício de 1.º Vigilant...
Ha muito muito tempo Simple perguntou-me sobre maçons e familia. Eu cá andava ocupado com essas questões - a familia - pois a pergunta é de 23/10 e o meu cas...
Já aqui no blogue escrevi um texto, A quarta coluna, sobre uma coluna invisível. Hoje, vou esmerar-me e vou dar conta de uma Loja Invisível. Não é que a tenh...
Miguel R. foi 1.º Vigilante do Quadro de Oficiais de Alberto R. S. e, como é usual na Loja Mestre Affonso Domingues, sucedeu-lhe na Cadeira de Salomão, em Se...
O simple colocou a questão que se segue: Contaram-me o caso de um maçon que toda a vida ocultou a sua condição à família, e de quem só durante o velór...
O Muito Respeitável Grão-Mestre da GLLP/GLRP solicitou aos Irmãos da Obediência que procurassem reflectir e elaborar trabalhos sobre a temática do ambiente. ...
Não é preciso estar em Loja para conhecer pranchas exemplificando um bom comportamento moral, apontando uma conduta correcta, mostrando como temos ocasião de...
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O décimo quarto Venerável Mestre, que exerceu o ofício entre Setembro de 2003 e igual mês de 2004, foi Alberto R. S..Fisicamente um homem meão, de aspecto ...
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