Regras Gerais dos Maçons de 1723 - XXXIX (e última)
Toda a Reunião Anual da Grande Loja tem competência própria para fazer novos regulamentos, ou alterar estes, para o real beneficio desta Antiga Fraternid...
A fraternal assembleia, em sua mais antiga e literal acepção, remonta às modestas construções ou abrigos temporários que os mestres construtores medievais erguiam nos canteiros de suas obras. Esses locais serviam não apenas como refúgio contra as intempéries, mas também como espaço para planejar o trabalho, guardar as ferramentas e, crucialmente, para que os obreiros se reunissem em confraternização e deliberação. Com a transição da maçonaria operativa para a especulativa, a natureza desse espaço evoluiu de uma estrutura física e utilitária para um conceito mais abstrato, mas igualmente fundamental. Tornou-se o local simbólico onde os homens livres e de bons costumes se encontravam para trabalhar, não mais na pedra bruta material, mas na lapidação de seu próprio caráter. É um recinto consagrado, orientado ritualisticamente nos pontos cardeais, que transcende a mera edificação para se configurar como um campo de trabalho espiritual e intelectual, onde a tradição é preservada e o conhecimento é transmitido de geração em geração, mantendo-se fiel aos preceitos e mistérios ancestrais que dão forma à nossa sublime instituição.
Para além de sua origem histórica e de sua configuração física, esse venerável santuário se manifesta como um microcosmo do universo, um templo de virtudes, uma escola de moral e um laboratório de aperfeiçoamento humano. É dentro de seus limites sagrados que os irmãos se reúnem para praticar os rituais, que são, em essência, dramatizações de verdades morais e filosóficas destinadas a instruir, inspirar e guiar. Aqui, o indivíduo é convidado a despir-se das paixões e preconceitos do mundo profano, a refletir sobre seu papel na sociedade e a buscar a sabedoria através do estudo, da introspecção e da interação fraterna. O trabalho realizado nesse ambiente não se restringe à mera repetição de fórmulas ou à memorização de preceitos, mas se estende à construção de laços fraternos indissolúveis, ao exercício da caridade e à incessante busca pela verdade e pela Luz. É o cadinho onde a pedra bruta é gradualmente polida, transformando-se em um bloco perfeito, apto a integrar o edifício moral da humanidade, irradiando luz e harmonia para o mundo exterior, contribuindo para a grande obra de aperfeiçoamento universal.
Toda a Reunião Anual da Grande Loja tem competência própria para fazer novos regulamentos, ou alterar estes, para o real beneficio desta Antiga Fraternid...
A Maçonaria é uma instituição tradicional, cujas origens se perpetuam nas brumas do passado e até para os próprios membros é motivo de calorosos debates e ...
Mais um ano se foi e iniciamos nossas "Férias Maçônicas". Mas, espere um pouco... Nosso trabalho é tão pesado assim, que exija que descansemos de tão "f...
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"Eis que o semeador saiu a semear. E quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na; E outra parte caiu em pedr...
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Há três anos, publicamos o livro LOJA MESTRE AFFONSO DOMINGUES - 20 ANOS DE HISTÓRIA em edição em papel. Tratando-se de edição própria, sem contrato de dis...
Então o Grão-Mestre deverá permitir que qualquer Irmão, Companheiro ou Aprendiz, fale, dirigindo o seu discurso ao Grão-Mestre; ou para fazer qualquer pro...
Ao ser iniciado na maçonaria um grande fato ocorre a todos nós, o abandono da vida profana e o renascimento de uma nova vida dentro da maçonaria. Começand...
Mas se o Irmão que o Grão-Mestre em exercício nomear como o seu sucessor, ou o que a maioria da Grande Loja escolha através do voto, estiver, por doença ...
Logo que o último Grão-Mestre seja novamente empossado, ou então o escolhido, deverá nomear o seu Vice Grão-Mestre, podendo ser o anterior ou um novo, o q...
Mas se a nomeação não for unanimemente aprovada, o Grão-Mestre deve ser imediatamente escolhido através do voto. Todos os Mestres e Vigilantes escreverão ...