Continuamos em Agosto mas não parece !
Tradicionalmente a maçonaria para em Agosto. Nalguns países pára mesmo em Julho e Agosto. Ou seja aos obreiros é reconhecido o direito a férias tal qual como...
Desde os primórdios da razão humana, a busca pela compreensão do que é genuíno e inalterável tem sido uma das mais nobres e desafiadoras empreitadas. Culturas antigas, filósofos e pensadores de todas as épocas dedicaram-se a desvendar a natureza daquilo que transcende a percepção superficial e a ilusão. Não se trata meramente de um fato ou de uma proposição verificável, mas de uma essência subjacente à existência, a base sobre a qual se erguem a justiça, a moralidade e a ordem cósmica. Historicamente, essa busca impulsionou o desenvolvimento do conhecimento, a formulação de códigos éticos e a fundação de sistemas de crença que tentavam harmonizar o indivíduo com o universo. É o princípio que exige discernimento, a capacidade de penetrar além das aparências, rejeitar o erro e abraçar aquilo que é intrínseca e universalmente correto, um farol que guia a humanidade através das névoas da ignorância e da superstição, um ideal que, embora por vezes elusivo, sempre se manifesta como o fundamento inabalável de toda a construção sólida, seja ela material, intelectual ou espiritual.
Dentro das colunas do Templo, essa aspiração primordial assume uma dimensão prática e transformadora, servindo como o eixo central de toda a nossa edificação interior. Não é um conceito abstrato a ser debatido academicamente, mas uma luz a ser ardentemente procurada e vivida em cada passo da jornada iniciática. Cada rito, cada símbolo, cada ferramenta de trabalho aponta para a descoberta gradual dessa realidade última, tanto no macrocosmo quanto no microcosmo do próprio ser. Ela representa a integridade inabalável que se exige de cada Irmão, a retidão de caráter que deve permear suas ações e pensamentos, tanto no silêncio da Loja quanto no tumulto do mundo profano. A dedicação a este princípio é a própria essência do aprimoramento maçônico, a força motriz que nos impele a remover as impurezas do ego, a transcender as limitações pessoais e a contribuir para a construção de uma humanidade mais justa e esclarecida. É o elo invisível que une os corações e as mentes em um propósito comum, a bússola que orienta a todos na busca incessante pela perfeição moral e espiritual, iluminando o caminho para a sabedoria e a virtude.
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O Rui de férias, o Zé Ruah às aranhas com a “net” e o Verão em pleno. É altura de “postar” 2 estorinhas, uma enviada via e-mail, outra passada comigo. Aqui v...
Foram publicados ontem no Diário da República a Resolução da Assembleia da República n.º 35/2008, que aprova o Acordo do Segundo Protocolo Modificativo ao Ac...
Hoje é sexta-feira e, como vai sendo hábito, dia de alegoria no blogue.Os tempos vão difíceis, as crises sucedem-se, parece que o Mundo está cada vez p...
O Companheiro Maçon do Estado de São Paulo a que aludi no último texto, também escreveu na sua mensagem de correio electrónico:Sou leitor assíduo de seu blog...
Como venho fazendo à sexta-feira, deixo aqui mais uma historieta, de autor que desconheço, que circula no correio electrónico. Já a recebi várias vezes, pelo...
Às vezes perguntam-me como consigo arranjar tantas coisas para escrever no blogue. Normalmente, sorrio e respondo que lá se vai conseguindo qualquer coisa - ...
Respeitando o tempo, o modo e o lugar necessários para que o objectivo pretendido seja atingido, o maçon logrará atingir o resultado que busca. Que res...
A Maçonaria, pode-se dizer, nasceu na Igreja Católica. Como construtores que eram, os maçons passavam longo tempo a construir catedrais e mosteiros.Estes ped...
Já aqui o mencionei. Fui iniciado na Alemanha, no último ano da década de oitenta do século passado. Não residia na Alemanha. À míngua de existência, na époc...
Lancei aqui há uns tempos o tema “Como entrar na Maçonaria”. Iniciei com um post simples pedindo opiniões, que obtive.Comecei então a passar “a papel – elec...