TEMPLO, LOJA E OFICINA
Em que pese à riqueza de que se reveste o vocabulário da língua portuguesa, é sabido que não existem palavras absolutamente sinônimas, porque isso, além de...
A designação em questão, tão central à nossa Ordem, carrega em si um peso etimológico e uma ressonância histórica profunda. Derivada do latim *venerabilis*, ela evoca a ideia de algo ou alguém digno de veneração, de reverência, de profundo respeito e até de um certo temor reverencial. Não se trata de uma mera formalidade ou de um título vazio, mas sim de uma qualificação que se atribui àqueles que, pela sua idade, pela sua experiência de vida, pela sua sabedoria acumulada e, sobretudo, pela sua conduta moral irrepreensível, se tornam faróis de virtude e exemplos a serem seguidos. Ao longo da história, em diversas culturas e tradições, a palavra sempre esteve associada a figuras de grande autoridade espiritual, moral ou intelectual, que demonstraram uma vida dedicada a princípios elevados e ao bem comum. No contexto da Maçonaria, ela transcende a simples cronologia para abraçar a maturidade do espírito, a profundidade do conhecimento dos mistérios da Arte e a firmeza na aplicação dos preceitos que nos guiam, representando uma vida de dedicação à construção do Templo interior e exterior, um verdadeiro emblema da virtude e do saber maçônico.
No seio da Loja, a aplicação prática desta dignidade assume um papel fulcral e insubstituível. Aquele que a ostenta não é apenas o presidente dos trabalhos, mas o coração pulsante da oficina, o guardião das tradições, o zelador dos Antigos Limites e o intérprete dos nossos rituais e símbolos. A ele compete a tarefa sublime de conduzir os Irmãos nos caminhos da Luz, de manter a harmonia e a concórdia entre todos, de assegurar que cada ação e cada palavra proferida ressoem com os mais puros ideais da Fraternidade e da Verdade. É uma posição de imensa responsabilidade, que exige não apenas conhecimento ritualístico e doutrinário, mas sobretudo prudência, equanimidade, paciência inesgotável e uma capacidade inabalável de exemplificar as virtudes que propomos. O respeito que lhe é devido não é uma homenagem à pessoa, mas sim ao cargo que representa, à sabedoria que encarna e à autoridade moral que emana da própria Ordem. Ele é o ponto de união, o centro de gravidade que assegura a estabilidade e o progresso da Loja, inspirando cada Irmão a buscar a sua própria elevação moral e espiritual, refletindo a Luz que emana do Oriente para iluminar os trabalhos e as vidas de todos.
Em que pese à riqueza de que se reveste o vocabulário da língua portuguesa, é sabido que não existem palavras absolutamente sinônimas, porque isso, além de...
Na Grande Loja ninguém pode actuar como Vigilante senão os Grandes-Vigilantes, se presentes; se ausentes, o Grão-Mestre, ou quem presidir em seu lugar, po...
Uma Loja maçônica não se dedica apenas ao estudo do simbolismo, ao compartilhamento de saberes, experiências, opiniões, reflexões, nem à execução e aperfei...
Irmãos, quão prazeroso é poder compartilhar convosco mais um dia de estudos e reflexões. O prazer de adentrar no Templo e sair do mundo profano é simplesme...
Em qualquer Grande Loja, ordinária ou extraordinária, Trimestral ou Anual, se o Grão-Mestre e seu Vice-Grão-Mestre estiverem, ambos, ausentes, então o mai...
Na Reunião Trimestral todos os assuntos que dizem respeito à Fraternidade em geral, às Lojas em particular, ou a cada Irmão, serão serena, tranquila e madu...
Esta é uma estória real que ocorreu em Loja da Maçonaria Simbólica. Um Irmão da Loja Coral Gables nº. 260 relatou-me os seguintes fatos: Alguns an...
O propósito do presente trabalho é delinear os direitos e obrigações do “Entre Colunas”, prática muito usada especialmente nas reuniões capitulares de uma ...
Quando dizemos que somos de uma loja de São João justa e perfeita elevamos nossa alma ao grande arquiteto pedindo proteção ao nosso coração para mantê-lo p...
Todas as Lojas devem observar procedimentos iguais, tanto quanto for possível; para tal e para criar um bom entendimento entre os Maçons, devem ser mandado...
A Grande Loja consiste, e é formada, por Mestres e Vigilantes de todas as lojas registadas, com o Grão-Mestre presidindo, o seu Vice-Grão-Mestre à sua esqu...
Às vezes, o mestre deve fazer um pouco de sua própria crítica. O velho ditado sobre o mel e as moscas ainda se aplica, mas, ocasionalmente, o Mestre deve "...