POR QUE DEVEMOS VISITAR OUTRAS LOJAS?
No final do meu tempo como aprendiz decidi começar a visitar algumas lojas, primeiros visitava as do condomínio onde esta minha loja, depois outras lojas d...
Aquele que inicia sua jornada nos domínios da arte real, ecoa os primórdios das confrarias operativas, onde o neófito era introduzido aos rudimentos de um ofício. Era o período de observação atenta, de assimilação das técnicas mais elementares, de manuseio dos instrumentos básicos que, mais tarde, se tornariam extensões de sua própria vontade e engenho. Subordinado à direção de mestres experientes, o recém-chegado dedicava-se a aprender a disciplina, a paciência e a precisão necessárias para transformar a matéria-prima bruta em algo útil e harmonioso. Esta fase era crucial, pois nela se solidificavam os alicerces de todo o conhecimento futuro, uma etapa de humildade e serviço, onde a escuta e a obediência precediam qualquer pretensão de maestria. A pedra bruta, ainda disforme e irregular, representava não apenas o material a ser trabalhado, mas também o próprio estado inicial do indivíduo, pronto para ser desbastado e polido pelas mãos hábeis da instrução e da prática contínua, preparando-o para os desafios mais complexos que viriam. Era um compromisso de tempo e dedicação, um período formativo que moldava o caráter e a capacidade técnica de um artífice.
No contexto especulativo de nossa Augusta Ordem, esta condição primordial transcende a mera aquisição de habilidades manuais e se volta para o aprimoramento interior do ser. O iniciado, ao adentrar o Templo, é convidado a uma profunda introspecção, a desbastá-lo das paixões e vícios que o obscurecem, transformando sua própria essência. A disciplina do silêncio torna-se uma ferramenta poderosa para a escuta atenta dos ensinamentos, para a reflexão sobre os símbolos e rituais que se desdobram diante de seus olhos. Ele é o obreiro que começa a trabalhar em sua própria pedra bruta, compreendendo que o verdadeiro edifício a ser erigido é o templo de sua moralidade e virtude. Os instrumentos que lhe são confiados são agora de natureza moral e intelectual, destinados a auxiliar na construção de um caráter íntegro e de uma consciência iluminada. É um período de fundação ética e filosófica, onde os primeiros traços da verdadeira fraternidade e do compromisso com o bem comum são gravados no coração. A jornada apenas começou, e cada passo, por mais singelo que pareça, é fundamental para a edificação de um homem melhor, um cidadão mais justo e um irmão mais leal, preparando-o para as sucessivas etapas de luz e conhecimento que o aguardam.
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À medida que as pesquisas avançam, a história dos primeiros dias da Maçonaria Inglesa parecem mais complexas do que aquilo que é dito ou imaginado até agor...
Ao completar, no dia 7 de agosto de 2006, 10 anos de maçonaria e, portanto, na busca de me tornar um livre pensador, eu gostaria de apresentar uma breve re...
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Enquanto AP.’. M.’., e, principalmente nos seis primeiros meses, vivi a angústia pela ansiedade de conhecimento da vida maçônica, o meu maior tormento, era...
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Costumo invocar com frequência a noção de que o Mestre maçom deve considerar-se um eterno Aprendiz, se quer ser digno de ser considerado Mestre. Também me...
Desde que entrei na Ordem Maçônica, questiono-me permanentemente sobre o que é ser Maçom, como posso ser um bom Maçom, e no fundo, como posso, sendo Maçom,...
Todas as Lojas devem observar procedimentos iguais, tanto quanto for possível; para tal e para criar um bom entendimento entre os Maçons, devem ser mandata...
Como Mestre esse tipo de maçom desencoraja a livre e sadia investigação dos fatos, de modo a fazer com que os Aprendizes e Companheiros assumam como verdad...