AcervoMaçom

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Explorando o termo: Honra

Desde tempos imemoriais, a essência do caráter humano tem sido medida por uma bússola moral interna, um atributo que transcende a mera reputação para tocar a própria alma da retidão. Esta qualidade intrínseca, profundamente enraizada na consciência individual e coletiva, tem sido o alicerce de civilizações e o código de conduta de nobres e guerreiros. Não se trata apenas do reconhecimento externo ou do louvor público, mas de uma coerência inabalável entre o pensamento, a palavra e a ação, um compromisso com a verdade e a integridade que resiste às tentações da conveniência e do egoísmo. Historicamente, era o selo de um homem, a garantia de sua palavra, a força de sua posição na comunidade; perder tal virtude era, muitas vezes, perder tudo, incluindo a própria razão de ser social. Ela se manifesta na coragem de defender o que é justo, na fidelidade aos princípios éticos mais elevados e na dignidade com que se enfrenta a adversidade, construindo um legado de respeito e confiança que perdura muito além da vida de um indivíduo. É a pedra angular sobre a qual se erguem as mais elevadas aspirações morais e espirituais da humanidade, um valor inegociável que define o verdadeiro cavalheiro e o cidadão exemplar.

Dentro dos augustos limites da Loja, e estendendo-se para o vasto mundo profano, a manifestação deste valor torna-se a própria tessitura da vida maçônica. É o fio de ouro que entrelaça cada obrigação solene, cada promessa feita sob o olhar do Grande Arquiteto do Universo, e cada dever assumido em nome da Fraternidade. Para um Irmão que ascendeu à Cadeira de Salomão, a incumbência de zelar pela ordem, pela instrução e pela harmonia entre os obreiros não é meramente uma função administrativa; é um compromisso sagrado de encarnar a retidão, a imparcialidade e a sabedoria em cada decisão, em cada palavra proferida. A condução dos trabalhos, a resolução de dissensões e a promoção do aperfeiçoamento moral dos Irmãos exigem uma postura de inquebrantável probidade, onde o exemplo pessoal fala mais alto do que qualquer preceito. Não se busca a aclamação, mas a serenidade de consciência de ter agido em conformidade com os mais elevados ideais da Ordem, protegendo o bom nome da Instituição e inspirando a prática da virtude em todos os níveis da existência maçônica e humana. Assim, a vida de um Mestre Maçom se torna um testemunho vivo da perene busca pela luz e pela verdade.


Fonte: Arte Real

QUANDO OS MAÇONS TORNAM-SE DESNECESSÁRIOS...

Segue na íntegra um texto retirado do livro intitulado "Ao Secretário de Uma Loja...". O autor do livro diz desconhecer o autor do texto e haver ret...

PUBLICADO EM 14/07/2011
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Fonte: Arte Real

SOIS MAÇOM?

Só me lembrava daquela dor no peito. Como viera eu parar aqui? O ambiente me era familiar. Já estivera aqui; mas quando? Caminhava sem rumo. Pess...

PUBLICADO EM 14/07/2011
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Fonte: Arte Real

DEVEMOS AJUDAR A UM IRMÃO NECESSITADO?

Meus irmãos,  outro dia, li um texto  em nosso Grupo,  que nos escreve,   que  um  irmão Maçom, não deve ficar procurando ajudar  demais irmãos, em emp...

PUBLICADO EM 14/07/2011
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Fonte: Arte Real

OS TEMPLÁRIOS

Por volta do ano 300 o imperador romano Constantino tornou o cristianismo religião oficial do império romano, ficando a Palestina sob a guarda do im...

PUBLICADO EM 14/07/2011
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Fonte: Arte Real

A MAÇONARIA E A IGREJA CATÓLICA

Ainda acontece principalmente em cidades mais do interior, que um irmão, ou o que é pior, uma esposa de maçom, sejam discriminados dentro da ...

PUBLICADO EM 14/07/2011
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Fonte: A Partir Pedra

Perceção, verdade e tolerância - V (conclusão)

A Maçonaria não pretende, ao contrário da Religião, tratar da relação entre o Homem e o seu Criador; apenas trata da relação entre o Homem e o Homem. Nascida...

PUBLICADO EM 26/06/2011
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Fonte: A Partir Pedra

A Maçonaria "restritiva e selectiva"

Li recentemente o seguinte comentário: «é por certo o grande mal da Maçonaria, ser tão restritiva e selectiva na escolha dos seus “Irmãos”». Este comentário ...

PUBLICADO EM 21/03/2011
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Fonte: A Partir Pedra

Lição de um Mestre ao seu Aprendiz - III

(Nota: as lições anteriormente publicadas neste blogue foram escritas por Jean-Pierre Grassi e estão aqui e aqui)Meu Irmão:A melhor forma de manifestar os ca...

PUBLICADO EM 09/03/2011
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Fonte: A Partir Pedra

A (im)perfeição e as Old Charges (II)

Em pleno século XIX houve diversas tentativas de se tornar menos estrita a regra que impedia a admissão de deficientes físicos na Maçonaria, alegando-se ser...

PUBLICADO EM 24/12/2010
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Fonte: A Partir Pedra

Quite

Um maçom deve estar sempre quite para com a sua Loja, isto é, ter cumpridas as suas obrigações para com esta. As obrigações mínimas do maçom perante a Loja r...

PUBLICADO EM 08/12/2010
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Fonte: A Partir Pedra

Uma loja maçónica não é uma tertúlia (II)

Dois grandes factores de distinção entre uma tertúlia e uma loja maçónica são o objetivo e forma da intervenção de cada um. Numa tertúlia as intervenções suc...

PUBLICADO EM 05/09/2010
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Fonte: A Partir Pedra

O terceiro Grão-Mestre

O terceiro Grão-Mestre da GLLP/GLRP foi José Manuel Morais Anes. Exerceu essas funções entre 2001 e 2004. Coube-lhe assumir a tarefa da retomada da normalida...

PUBLICADO EM 25/08/2010
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