TERGIVERSEMOS - Roberto Ribeiro Reis
A πππ§ππ¨π¨ππ«πππππ ππ§ππ©πͺππ©π, via de regra, tem sido a arma dos ignorantes. Quantas pessoas hΓ‘ no mundo que destilam seu veneno contra aquilo que nΓ£o conhecem. O prejulgamento e o preconceito se revelam companheiros inseparΓ‘veis dos que nΓ£o tΓͺm o desejo de conhecerem ou de se aprofundarem sobre determinado tema.
Essa atitude tambΓ©m ocorre em relaΓ§Γ£o a pessoas; quantos de nΓ³s jΓ‘ nΓ£o nos arvoramos no direito de achar uma pessoa antipΓ‘tica ou mal-humorada, sem que com ela tivΓ©ssemos tido a π€π₯π€π§π©πͺπ£πππππ de um momento de boa prosa.
Esse ππ€π’πππ§ππππ€ π€π§ππ‘ πππ¨ππ§π§ππ―π€πππ€, regado a vitupΓ©rios e ignomΓnias de toda sorte, sempre atingiu nossa Sublime Ordem. Com efeito, Γ© sΓ³ mantermos o anonimato, e observarmos as discussΓ΅es -dos incautos- envolvendo a MaΓ§onaria, desde uma resenha pΓ³s-futebol, atΓ© reuniΓ΅es de outros grupos sociais ou religiosos.
Quanta sandice Γ© reverberada, muitas das vezes atΓ© pela boca de pessoas βinstruΓdasβ. Um π§π€π¨πΜπ§ππ€ de ππ£π«ππ§πππππ¨, motivado, a meu sentir, por uma ππͺπ§ππ€π¨πππππ πππ©π§ππ«ππππ£π©π, que nΓ£o comporta o grau elevado de nossa discriΓ§Γ£o e, Γ s vezes, atΓ© mesmo justificado por uma inveja sem precedentes em relaΓ§Γ£o aos grandes feitos histΓ³rico-humanitΓ‘rios promovidos por nossa Honrosa InstituiΓ§Γ£o.
O fato Γ© que nΓ£o devemos combater a ignorΓ’ncia com π§πππΜ§π€Μππ¨ πππ¨π₯π§π€π₯π€π§πππ€π£πππ¨ e πππ‘π€π§π€π¨ππ¨; todas as vezes que alguΓ©m queira, deliberadamente ou nΓ£o, macular o nome da MaΓ§onaria, a sugestΓ£o que se nos impΓ΅e Γ©: π©ππ§πππ«ππ§π¨ππ’π€π¨!
Isso mesmo. FaΓ§amos π€πͺπ«πππ€π¨ π’π€πͺππ€π¨, viremos de costas, deixando a ππ¨ππͺπ§πππΜπ€ ππππ¨ππ‘πππ§ o ππ’ππππ£πΜπ§ππ€ de quem se acha dono da verdade, mesmo sem qualquer embasamento doutrinΓ‘rio, histΓ³rico, filosΓ³fico e cientifico.
Se o grau de ππππ§π§ππΜ§π€Μππ¨ π«ππ§πππ‘ππ―ππππ¨ for maior ainda, que comecemos a discorrer, por exemplo, sobre a cor do cavalo branco de NapoleΓ£o, sobre o efeito indelΓ©vel provocado na camada de ozΓ΄nio pela atividade humana, enfim, atΓ© mesmo sobre comodities. Γ questΓ£o de piscar de olhos, para que os ππ€πͺπ©π€π¨ ππ π₯π‘ππ£π©πΜπ€ desapareΓ§am, instantaneamente.
O verdadeiro MaΓ§om nΓ£o deve perder o seu valioso tempo, discutindo com pessoas cujo cΓ©rebro foi tomado pelos realities shows ou programas congΓͺneres. Γ se nivelar bem por baixo, permitindo a ππ€π£π©ππ’ππ£ππΜ§πΜπ€ πππ‘ππ©πΜπ§ππ. Γ migrar do sagrado para o profano, sem sombra de dΓΊvidas!
A π©ππ§πππ«ππ§π¨ππΜ§πΜπ€ Γ© remΓ©dio fundamental no mundo em que vivemos. Ela evita contendas, acalma os Γ’nimos e ππ§π§πππππ π€ ππ¨π₯πΜπ§ππ©π€ πππ‘πππ€π¨π€ que tem tomado conta do homem. Nossa MissΓ£o Real Γ© a de ππ₯ππ¨πππ£π©ππ§ ππ¨ π€π«ππ‘πππ¨ πππ€ππππππ¨, conduzindo-as ao πππππ£ππ€ da ππππππ€π§ππ, conquanto estas assim o permitam.
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