Produzindo trabalhos & textos no Rito Escocês Rectificado (RER)
Enquanto a expressão oral nos exige agilidade retórica, a escrita nos confere mais tempo para a reflexão e a ordenação do pensamento, e mesmo para realização de actividades antecedentes: o estudo e a pesquisa, talvez por isto a produção de textos já há séculos tem sido uma poderosa ferramenta de ensino e aprendizagem. Ademais, os registros na forma escrita poderão ser guardados para consulta posterior, para difusão e, principalmente, para dar continuidade às investigações em aberto sem que seja necessário, a cada necessidade, “reinventar a roda”. Só assim, ancoradas na experiência, tentativas, erros e acertos, as ideias e as realizações evoluem no sentido ao aprimoramento. E sendo a Maçonaria uma escola iniciática, nada mais natural que no curso dos seus trabalhos sejam recomendadas (mas não obrigatórias) a apresentação de trabalhos escritos.
Há inúmeros géneros e espécies de expressão escrita: textos literários (romance, prosa, fábula, ficção científica, poesia, letras musicais, etc.); históricos (biografias, épicos, etc.); didácticos (livros-texto, teses, relatórios de pesquisa, etc.); entre outros. Por ser um dos mais habituais na realização de trabalhos na Maçonaria, as próximas considerações terão por base o chamado modelo académico-científico que, apesar do nome, não é de uso exclusivo da academia; habitual, entre outros, no ambiente corporativo. E tampouco por carregar a expressão “científico” significa que o autor está fazendo ciência stricto sensu, ainda que considerada no senso popular, conceitualmente mais elástico. Neste caso recorre-se à expressão “científico” para traduzir algumas ideias subjacentes e inerentes à pratica como, por exemplo:
- a de que o autor ao invés de simplesmente opinar, sem qualquer compromisso com a justificação, ampara as suas ideias e sustenta a sua construção intelectual a partir de marcos já estabelecidos, assim como em dados e factos criteriosamente apurados;
- os referidos marcos (que inclui os trabalhos de terceiros) não são omitidos, ao contrário, são explicitados dando oportunidade para que o leitor que o desejar também consulte as mesmas fontes, seja para corroborar, questionar ou mesmo refutar as ideias em debate;
- tais marcos são trazidos ao trabalho na forma de citações, por vezes transcrições ipsis litteris dos textos consultados, mas também como paráfrases – aproveitamento e tradução livre da ideia do autor consultado;
- mas seja como transcrição ou paráfrase, toda a citação deve ser referida ao final do trabalho e em secção à parte denominada de Referências Bibliográficas, quando então o autor fornece ao leitor o conjunto mínimo de informações para que este consulte a obra citada, na maioria das vezes: o nome da obra, do autor, o local da publicação, a editora e o ano; todavia, há muitas possibilidades quanto às fontes e que hoje se encontram normalizadas [1];
- que existe, de modo explícito ou velado, um problema objecto de estudo e pesquisa que, na Maçonaria, na maioria das vezes encontra-se expresso na manifestação de uma dúvida (por que acontece? por que é assim e não de outra forma? desde quando? etc.). Sucede, de imediato, que o objectivo do trabalho (estudo e pesquisa) que ao final resulta no texto em si mesmo é o esclarecimento da(s) dúvida(s) declarada(s); por fim,
- que o autor recorreu a uma estratégia (um método) para solucionar o problema que, no caso da Maçonaria, frequentemente se confunde com a própria pesquisa bibliográfica, mas também são realizadas entrevistas, observações, consultas a arquivos, cadastros, etc.
O que teria levado o modelo académico-científico a ser um dos mais presentes na Maçonaria? Porque ele declaradamente se propõe, através do conhecimento, chegar à verdade (!), e não é justamente este um dos objectivos da Ordem? E nesta senda, em busca da verdade (da luz) o Maçom pouco a pouco vai reduzindo a sua ignorância ou, dito de outro modo, desbastando a sua pedra bruta, tal como ensinado por Dionísio (2015) [2]:
Afinal, isso é de facto ver e conhecer: louvar o Transcendente de uma maneira transcendente, ou seja, negando todas as coisas – do mesmo modo que aquele que da matéria bruta faz uma bela escultura retirando tudo aquilo que encobre a visão da beleza que nela está escondida […]. (op. cit., p. 33)
O leitor atento terá percebido que se trata de expressão muito semelhante a que um milénio após seria dita por Michelangelo (1475-1564): “Vi um anjo no bloco de mármore e simplesmente fui esculpindo até libertá-lo” [3]. E se a citação de Dionísio se aplica ao Aprendiz, a de Michelangelo é apropriada ao Aprendiz Rectificado.
Não se pretende aqui, porque fugiria ao escopo deste trabalho, esgotar as características do modelo académico-científico, mas antes e tão somente apresentar alguns elementos, básicos nem por isso de somenos importância, porém suficientes para os objectivos deste texto; destarte, esta instrução destina-se ao leitor iniciante. Aquele mais versado no tema perceberá a simplicidade dessas considerações e, por sua própria condição poderá, então, trazer as lições que contribuam para enriquecer os trabalhos.
Feitas estas considerações preliminares, o objectivo principal deste texto é oferecer indicações de consulta e pesquisa à elaboração de trabalhos na Maçonaria Rectificada. Subsidiariamente, pretende-se instruir, em lições preliminares, acerca da estrutura de um texto conforme o modelo académico-científico. Como estratégia de pesquisa se ateve à consulta ao livro de Blanco (2016), texto que dada a riqueza de informações por ora dispensa complementos. O autor discorre sobre aspectos da Maçonaria em geral, todavia focaliza e aprofunda a análise sobre a Maçonaria Rectificada, com isso ressalta as especificidades desta em relação às práticas, usos e costumes encontrados nos demais ritos. Entre outros, explora os seguintes assuntos: o papel (competências, responsabilidades, singularidades, etc.) dos nove oficiais; o significado da luz; aborda temas comuns às demais Lojas (virtudes, São João, o dossel, entre tantos) porém na perspectiva do RER; o significado do ágape, etc. Conclui com o que ora interessa a este texto: com a apresentação de mais de 20 trabalhos nos graus de Aprendiz (8); Companheiro (4); Mestre (5) e Mestre Escocês de Santo André (4).
Preliminarmente, chama a atenção uma breve estatística, o número de páginas/trabalho:
- Aprendiz: 3,94
- Companheiro: 3,95
- Mestre: 6,20
- MESA [4]: 6,28
Na ausência de qualquer outra métrica, o número de páginas/trabalho é medida de esforço e dedicação do autor, bem como contribui para a formação de expectativa sobre o trabalho: se desenvolvido em apenas uma ou duas páginas, é provável que tenha abordado o tema de maneira limitada e superficial, no máximo a partir de uma só perspectiva, sem contrapor ou mesmo corroborar com o ponto de vista de outros autores; por fim, resta um trabalho não apenas pobre aos ouvintes, como de questionável contribuição à formação de conhecimento do próprio autor. Nesta linha, como era de se esperar, conforme avançam os graus observa-se maior esforço (o número médio de páginas aumenta), provavelmente, dada a maior compreensão, seja pelo estudo ou pela experiência, os trabalhos tornam-se mais completos e também complexos, resultados da reflexão mais aprofundada e da pesquisa mais abrangente.
Na sequência, o foco deste trabalho: a lista com os títulos dos trabalhos (de vários autores), em Grau de Aprendiz, coligidos por Blanco (op. cit.), bem como as fontes utilizadas pelos respectivos autores:
- Título: Adhuc stat
- Citações ao ritual do Aprendiz: 8
- Outras fontes:
- Mt 23, 27-28
- Jn 12,24
- Lenda da Fénix: morrer para viver
- Hb 2, 7-8
- Sal 8, 4-7
- Agostinho (Confissões, livro X)
- As 3 Viagens do Candidato
- Citações ao ritual do Aprendiz: 9
- Outras fontes:
- Mt 19, 23-24
- Ex 19, 16-20
- Lc 9, 62
- Mt 10, 34-35
- Mt 10, 35-36
- 1 Cor 2, 7-9
- Nem nu, nem vestido
- Citações ao ritual do Aprendiz:7
- Outras fontes:
- El Mensaje Reencontrado (livro)
- A Pedra Bruta
- Citações ao ritual do Aprendiz: 4
- Outras fontes:
- Ef 4, 22-25
- Rm 8, 18
- Et tenebrae eam non comprehenderunt
- Citações ao ritual do Aprendiz: 6
- Outras fontes:
- “Clemente Trinidad” em Enchiridion Symbolorum (livro): 2
- Jn 7, 12
- Ef 5, 8-11
- Cor 4, 6
- O Esquadro, o Nível e o Prumo
- Citação ao ritual do Aprendiz: 11
- Outras fontes: Lc 6, 40
- Hb 12, 11-12
- Justiça e Clemência
- Citações ao ritual do Aprendiz: 7
- Outras fontes:
- Salmo 103 (102), 8-10
- Lc 6, 36-38
- Fraternidade e Caridade
- Citações ao ritual do Aprendiz: 3
- Outras fontes:
- Is 11, 1-9
- Jn 1, 14; 1, 12; 16 ss
- Mt 23, 8
- Mt 20, 26 y 23, 11
- 2 Pe 1, 5
Em síntese:
|
FONTES DE CONSULTA |
TRABALHOS CONFORME LISTAGEM ACIMA | |||||||
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | |
| Citações ao Ritual | 8 | 9 | 7 | 4 | 6 | 11 | 7 | 3 |
| Outras fontes | 6 | 6 | 1 | 2 | 5 | 2 | 2 | 8 |
O que chama a atenção na lista e no quadro síntese acima? A principal fonte de pesquisa e citação (em média 6,88 vezes) para a elaboração dos trabalhos é o próprio Ritual, o que não deveria ser nenhuma surpresa pois é o mínimo que se espera do Maçom rectificado: que esteja familiarizado com o Ritual do seu Grau. Merecem destaque, também, as demais fontes consultadas e citadas (em média 4,0 vezes/trabalho), na sua maioria (84%) relacionadas às Escrituras que, quando não são citadas cedem espaço à literatura directamente relacionada à cristandade, como é o caso da obra de Santo Agostinho (354-430) e da Enchiridion Symbolorum. A Lenda de Fénix, embora de origem grega, dispensa comentários no contexto do Rito.
O conjunto das fontes consultadas, em primeiro lugar revela coerência e comprometimento do autor com o documento básico do dia a dia das Lojas, o seu Ritual; em segundo, vai ao encontro do carácter central do RER: a tradição judaico-cristã; a maioria dos textos ressalta a matriz cristã, mas esta, todavia, se encontra umbilicalmente ligada à primeira. Ou seja, nenhuma interpretação simbólica no contexto da doutrina e da ritualística pode ignorar e ficar à margem dessas duas fontes, às quais outras podem ser somadas, mas jamais tomar o espaço central e preponderante que cabe às primeiras.
O leitor mais zeloso, se consultar a compilação realizada por Blanco (op. cit.) verá que o mesmo padrão de consulta bibliográfica se encontra nos trabalhos dos Graus de Companheiro, Mestre e MESA, podendo ser encontradas, ainda, citações às encíclicas papais.
Se até há pouco a manifestação como a abaixo, publicada no blog Primeiro Discípulo [5], era voz isolada, para não dizer mesmo na contramão do mainstream, a compilação realizada por Blanco (op. cit.) revela o acerto dessa linha de pensamento:
Pretender enxertar nos nossos trabalhos maçónicos elementos estranhos ao nosso rito, tais como: alquimia, música, sufismo, cabala, numerologia, rosacrucianismo, espiritismo, martinismo papusiano, pensamento de nova era, ensinamentos de outros ritos, etc. (não que tais tradições não tenham o seu valor dentro dos seus respectivos contextos) somente conduz a confusão, dado que, inevitavelmente, essas misturas acabam por abrir portas que conduzem a dispersão, inicialmente na aparência e por fim na essência, já que tais elementos, quando aprofundados, estabelecem verdadeira contradição para com a doutrina preservada pela nossa tradição.
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De tudo o que foi dito, conclui-se que a doutrina e os métodos do Regime Escocês Rectificado dispensam enxertos e/ou “puxadinhos”, pois são não apenas actuais para o homem dos nossos tempos, mas também incorporam o modelo arquétipo do homem na sua dimensão eterna e sagrada; passado, presente e futuro, como acabamos de ver.
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Desgraçadamente sempre existiram entre nós, como descrito por Willermoz há mais de dois séculos, muitos que “levam o título de Maçom” porém “a maioria se satisfaz com o superficial” e “pouquíssimos procuram o âmago das coisas”.
É preciso cuidado, e neste sentido este texto é mais um a chamar a atenção, para que as incorporações estranhas e por demais abrangentes em significado simbólico não levem o RER a uma aporia, a perder a sua essência e significado. O RER se propõe a defender a tradição, mas a exemplo de tantos outros fenómenos enfrenta as pressões das culturas nos respectivos espaços-tempos (a exemplo da institucionalidade das Potências), algumas com ânimo modernizante, quando não simplesmente modismos; contudo, deve-se evitar o paradoxo do Navio de Teseu.
Por oportuno, importa ressaltar que as citações, transcrições ou paráfrases, constituem meios aos quais o autor recorre para construir o seu argumento, demonstrar e esclarecer (por vezes por contraste) o que se propõe a afirmar, defender. As citações são, pois, auxiliares, por vezes também utilizadas para exemplificar. O autor do trabalho, na defesa das suas ideias deve, a partir das citações, dialogar com os autores consultados, assim como com as demais fontes e, aos poucos, estruturar a narrativa que vá ao encontro do objectivo declarado, o compromisso inicialmente assumido com o leitor. Destarte, também por isso, é praticamente impossível fazer um bom trabalho em uma ou duas páginas e, muito menos, na forma de um conjunto de slides que, se são ferramentas apropriadas às apresentações, não podem (seja pela exigência cognitiva, mas também pelos resultados) ser confundidos com o trabalho propriamente dito.
Um subproduto deste achado de pesquisa (a obra de Blanco) é o de que, ao contrário de um pensamento muito difundido, a literatura básica para o entendimento do RER e a subsequente elaboração de “trabalhos raiz” não está restrita aos textos escritos em francês – no Brasil, inacessível à maioria [6]. A primeira fonte será sempre o Ritual do Grau; em segundo lugar as Escrituras (amplamente disponíveis para free download); e sobre estas há inúmeros textos e obras completas já em domínio público, portanto, também disponíveis para free download. Mas quais seriam essas “obras completas”? A produção intelectual do período histórico conhecido como Patrística [7], e também da Escolástica; a primeira, inclusive recomendada por R. Amadou (2008) na introdução à versão em português do midrash [8] Tratado da Reintegração dos Seres. Ainda como fonte específica, é de se notar que cresce a publicação de títulos em espanhol, idioma mais amigável a nós, brasileiros. E desde que o mercado editorial passou a publicar também no formato e-book, nem mesmo os custos podem ser argumentos para que uma Loja não organize a sua própria biblioteca com livre acesso e cópia para todos os irmãos. Em complemento à literatura específica, os incontáveis títulos (free download), principalmente no domínio da História, pois a essência de um rito só é apreendida quando o estudo se desenvolve em perspectiva compreensiva, sem perder de vista o ambiente, as tensões, os eventos sociais e políticos em curso no período da sua génese.
Finalmente, a produção de textos sob os princípios do modelo académico-científico, já suficientemente justificado no contexto da Ordem, ao contrário do juízo precipitado, não envolve maiores dificuldades, mas antes requer tempo e planeamento, algo que não deve faltar aos iniciados (ou recepcionados), grau a grau. A instituição do interstício nada mais é do que um sinal de que a trajectória (iniciática) maçónica se dá por etapas a serem vencidas mediante a superação de metas que conduzam à redução da ignorância [9], a qual seguem maiores graus de conhecimento, maturidade e sabedoria ordenadas à verdade [10]. E como essas etapas (simbolicamente) são vencidas? Mediante a elaboração, apresentação, debate, reflexão e aprovação de sucessivos trabalhos (alguns relativos às instruções, outros de livre espontânea vontade e sobre os mais variados temas), grau a grau, e em níveis crescentes de profundidade e entendimento maçónico, de tal modo que seja dado a perceber pelos Mestres (que devem preparar os aprendizes para que produzam a sua obra prima), mas também pelo Quadro da Loja, a maturidade desejada, a superação das metas. Esta realização será sobremodo facilitada (e é assim que deveria ser) se, desde o primeiro dia aos Iniciados de cada grau for apresentado um Plano de Trabalho, bem como indicado um tutor, originalmente o padrinho, mas se houver impedimento, algum Mestre do Quadro da Loja. Infelizmente, determinados usos e costumes das Lojas Operativas foram esquecidos, mas isto é tema para ser desenvolvido noutra ocasião: Os Mestres Perdidos ou Mestres Simbólicos.
Ivan A. Pinheiro, MM
Alejandro Pellegrini, MM
Alexander Varejão, MM
Notas
[1] Há inúmeros sites que esclarecem, com fartos exemplos, inclusive na forma de vídeos (mini palestras, tutoriais), como citar e referir corretamente. Contudo, o mais importante não é a norma em si mesma, mas o princípio a ser seguido: sempre fornecer o conjunto mínimo de informações de tal modo que qualquer leitor possa ter acesso à mesma fonte que o autor. É isto, mas não exclusivamente, que garante a transparência e confere credibilidade ao texto.
[2] Tratado Clássico do Século VI.
[3] Fonte: http://minexco.com.br/2017/10/17/marmore-a-pedra-preferida-de-michelangelo/. Acesso: 19.08.20.
[4] Mestre Escocês de Santo André.
[5] Fonte: https://maconariacrista.wixsite.com/ritoretificado/post/da-tradi%C3%A7%C3%A3o-e-dos-trabalhos-ma%C3%A7%C3%B4nicos-no-r-e-r-primeira-parte. Acesso: 19.08.20.
[6] Alguns, por este aspecto, podem ser levados a pensar que se trata de um Rito elitista.
[7] Como é o caso da obra de Dionísio citada neste texto.
[8] É importante, nas considerações posteriores acerca do RER, não perder de vista que o Tratado da Reintegração dos Seres é, em última análise, um midrash.
[9] E que ninguém se sinta ofendido, pois este é um dos objetivos declarados da Maçonaria em geral, que percebe a ignorância como a raiz de todos os males.
[10] Infelizmente, o entendimento mais frequente (mas não declarado) é o de que o interstício é o prazo mínimo que o Maçom deve permanecer em cada grau; assim, tão logo seja superado trata-se de providenciar o aumento do salário sem qualquer outra preocupação com a evolução do candidato.
Referências bibliográficas
- AMADOU, Robert. Introdução. In: PASQUALLY, Martines de. Tratado da Reintegração dos Seres – na sua primeira propriedade, virtude e potência espiritual divina. 2ª Ed. Curitiba, PR: AMORC, 2008.
- BLANCO, Ramón M. Cuaderno de Trabajos – clase simbólica del rito escocês rectificado. Oviedo (Asturias, Espanha): Editorial Masonica, 2016.
- DIONÍSIO – “Pseudo-Aeropagita”. A Teologia Mística. São Paulo: Polar, 2015.
