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O grau etílico da Cachaça do Bode
é de 33 graus e recomenda-se consumir entre o meio-dia e a meia-noite |
O Dia Nacional da Cachaça é celebrado em 13
de setembro e neste dia foi lançado em São José do Rio Preto, interior paulista, a Cachaça do Bode. Esta é uma bebida com uma carga simbólica muito grande para a
cultura e identidade brasileira.
A data de 13 de setembro foi escolhido em
homenagem ao dia em que a cachaça passou a ser oficialmente liberada para a
fabricação e venda no Brasil, em 13 de setembro de 1661.
Esta legalização, no
entanto, só foi possível após uma revolta popular contra as imposições da coroa
portuguesa, conhecida como “Revolta da Cachaça”, ocorrida no Rio de Janeiro.
Até então, a coroa portuguesa impedia a produção e comercialização da cachaça
no país, pois o objetivo era substituir esta bebida pela bagaceira, uma
aguardente típica de Portugal.
Assista o vídeo sobre a cachaça do Bode, clicando na imagem acima.
A Cachaça do Bode
A cachaça do Bode é uma bebida alcoólica muito
apreciada, tendo como base principal a cana-de-açúcar produzida no Sítio do
Cedro.
“Feita totalmente de forma artesanal, usando fermentos de origem
caipiras e folhas de acácia, trazidas dos jardins do antigo templo do Rei
Salomão, o que faz a bebida ter um sabor inigualável”, explica Mauro César
Marques, um dos mestres idealizadores da nova cachaça. Ele também explica que
essa nova cachaça não será vendida em nenhum local no comércio.
Segundo Mauro César, a Cachaça do
Bode será produzida, de forma totalmente artesanal, e com número limitado de
garrafas. “Vamos vender apenas para os amigos, aqueles mais chegados e
apreciadores de uma boa cachaça”.
O engenheiro Ubirajara Silveira Garcia,
considerado com um “expert” em cachaças, experimentou e aprovou a Cachaça do
Bode. “O sabor é inigualável. É tão saborosa quanto um uísque escocês de
primeira qualidade”, frisa o engenheiro.
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| Cachaça tipo exportação |
A cachaça brasileira é exportada para mais de
60 países, sendo a Alemanha, a terra do chope, responsável por consumir quase
30% da produção exportada. A Cachaça do Bode poderia ter, segundo os
produtores, tranquilamente o selo tipo exportação. Mas não terá porque os
mestres que a produzem não querem vender em grande escala, para não perder a
essência do sabor e a qualidade.
A região de São José do Rio Preto, que no
passado foi conhecida como a “Califórnia Brasileira” em razão da sua alta
produção de laranjas, é hoje cercada por imensos canaviais. Mas a Cachaça do
Bode não é feita por qualquer tipo de cana-de-açúcar.
A plantação de cana no
Sítio do Cedro é feita de forma totalmente especial. Pra começar não se usa
agrotóxicos na plantação. E todos os ingredientes utilizados na fabricação da
Cachaça do Bode são de primeira qualidade.
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As folhas de acácia, dão um toque especial no sabor. |
Para se fazer uma cachaça que se preza é
preciso produtos de alta qualidade para que o produto final seja de excelente
qualidade e sabor.
Os tonéis de madeira de carvalho e de amburana vieram da
França. Apesar de ser nova, recém-lançada, a Cachaça do Bode se destaca por
colecionar elogios e premiações dos apreciadores, que comprovam o alto padrão
da bebida, com processo todo acompanhado pelos grandes mestres, desde a
colheita da cana, envelhecimento nos tonéis importados e até o engarrafamento.
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| A Cachaça do Bode é a mais Venerada de todas |
Imagens e texto do Jornal Folha do Povo: https://www.jornalfolhadopovo.com.br/2020/09/cachaca-do-bode-e-lancada-no-dia.html#